domingo, 30 de janeiro de 2011
Conduta
She "lived by her own definition, and would not compromise that. (...) an extraordinary woman who lived by example and compelled us all to see the world through new eyes. By the time you read this, she'll be sailing to Europe, where I know she'll find new walls to break down and new ideas to replace them with. I've heard her called a quitter for leaving, an aimless wanderer. But not all who wander are aimless. Especially not those who seek truth beyond tradition; beyond definition; beyond the image."
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
VOCÊS, as que me comem o sentido....
Convosco, suas putas vadias, acabo sempre assim...
Insatisfeita. Maldita, desdita. Amarga e por dizer
Sabem-me a pouco vocês, sabem(?)...
Vocês, trocam-me as voltas!
Sim, é isso mesmo.
Escondem-se atrás do figurativo, conotativo,
do objectivo, do subjectivo, do substantivo, do adjectivo.
E eu fico no meio, porque já me perdi.
E atrás de mim já o signo se perdeu;
Porque o signo não é palpável mas é concreto
E precisa de morada. Algo que vocês não têm.
Eu entretanto vinha falar-vos de algo
Mas vocês, rameiras da ordem, já me impuseram as regras.
E já não sei.
Outra vez, não me apetecem pontos finais, acentos, travessões
Porque o pensamento e torrencial e e meu
A pontuacao e dos/para os outros
E eu nao quero
Nao quero mais
E agora ja nao vos falo de nada
Porque voces sabem me a pouco
E se eu ficar calada
Voces nao tem troco
E quanto menos eu disser
Mais voltas voces dao
Os outros dao
E levam me atras
No fim lemos todos o mesmo
Com palavras diferentes
Agora vamos todos sentar nos
Numa roda sem figuracoes
E muito calmamente vamos partilhar o silencio
que esse ao menos me diz por inteiro
Insatisfeita. Maldita, desdita. Amarga e por dizer
Sabem-me a pouco vocês, sabem(?)...
Vocês, trocam-me as voltas!
Sim, é isso mesmo.
Escondem-se atrás do figurativo, conotativo,
do objectivo, do subjectivo, do substantivo, do adjectivo.
E eu fico no meio, porque já me perdi.
E atrás de mim já o signo se perdeu;
Porque o signo não é palpável mas é concreto
E precisa de morada. Algo que vocês não têm.
Eu entretanto vinha falar-vos de algo
Mas vocês, rameiras da ordem, já me impuseram as regras.
E já não sei.
Outra vez, não me apetecem pontos finais, acentos, travessões
Porque o pensamento e torrencial e e meu
A pontuacao e dos/para os outros
E eu nao quero
Nao quero mais
E agora ja nao vos falo de nada
Porque voces sabem me a pouco
E se eu ficar calada
Voces nao tem troco
E quanto menos eu disser
Mais voltas voces dao
Os outros dao
E levam me atras
No fim lemos todos o mesmo
Com palavras diferentes
Agora vamos todos sentar nos
Numa roda sem figuracoes
E muito calmamente vamos partilhar o silencio
que esse ao menos me diz por inteiro
domingo, 9 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
gostava de vos explicar o que entendo por viver, não, não por existir...por viver, com sentidos
cérebro
cerébrocerébro
cerébrocerébrocerébro
cerébrocerébrocerébrocerébro
cerébrocerébrocerébro
cerébrocerébro
cérebro
C H E I R O
R E S P I R O
F A L O
.......
coração respiro porque tem que ser
coração respiro outra vez
coração respiro fundo uma vez
coração respiro fundo outra vez
estomâgo
estomâgo
olá cerébro!
PELE PELE PELE PELE PELE PELE PELE PELE PELE PELE PELE PELE
sinto, arrepios, tocas
cerébrocerébro
cerébrocerébrocerébro
cerébrocerébrocerébrocerébro
cerébrocerébrocerébro
cerébrocerébro
cérebro
C H E I R O
R E S P I R O
F A L O
.......
coração respiro porque tem que ser
coração respiro outra vez
coração respiro fundo uma vez
coração respiro fundo outra vez
estomâgo
estomâgo
olá cerébro!
PELE PELE PELE PELE PELE PELE PELE PELE PELE PELE PELE PELE
sinto, arrepios, tocas
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Não queiras saber de mim
Esta noite não estou cá
Quando a tristeza bate
Pior do que eu não há
Fico fora de combate
Como se chegasse ao fim
Fico abaixo do tapete
Afundado no serrim
Não queiras saber de mim
Porque eu estou que não me entendo
Dança tu que eu fico assim
Hoje não me recomendo
Mas tu pões esse vestido
E voas até ao topo
E fumas do meu cigarro
E bebes do meu copo
Mas nem isso faz sentido
Só agrava o meu estado
Quanto mais brilha a tua luz
Mais eu fico apagado
Dança tu que eu fico assim
Porque eu estou que não me entendo
Não queiras saber de mim
Hoje não me recomendo
Amanhã eu sei já passa
Mas agora estou assim
Hoje perdi toda a graça
Não queiras saber de mim
R.V.
Esta noite não estou cá
Quando a tristeza bate
Pior do que eu não há
Fico fora de combate
Como se chegasse ao fim
Fico abaixo do tapete
Afundado no serrim
Não queiras saber de mim
Porque eu estou que não me entendo
Dança tu que eu fico assim
Hoje não me recomendo
Mas tu pões esse vestido
E voas até ao topo
E fumas do meu cigarro
E bebes do meu copo
Mas nem isso faz sentido
Só agrava o meu estado
Quanto mais brilha a tua luz
Mais eu fico apagado
Dança tu que eu fico assim
Porque eu estou que não me entendo
Não queiras saber de mim
Hoje não me recomendo
Amanhã eu sei já passa
Mas agora estou assim
Hoje perdi toda a graça
Não queiras saber de mim
R.V.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Forçosamente social
Talvez, nesta noite, e em todas as outras também, as ligações não sejam verdadeiramente necessárias ou, se calhar, eu caí especialmente do céu.
Afinal sou tão única como todos os outros seres humanos.
Como tu e o outro que se vegetam pelo caminho.
Também eu vos acompanho.
Afinal sou tão única como todos os outros seres humanos.
Como tu e o outro que se vegetam pelo caminho.
Também eu vos acompanho.
Subscrever:
Mensagens (Atom)