segunda-feira, 16 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
A question that sometimes drives me hazy: am I or are the others crazy?
Há entre mim e o mundo um fosso intransponível entre o que quero e para o que me almejam. Se antes procurava incansavelmente ser como eles agora desejo cada vez mais ser como eu. E isso não chega. Porque eles me procuram para que sejamos iguais e eu me afasto para que nos mantenhamos diferentes.
É incrível como com estas anotações indago sobre os paradoxos do mundo. E o fosso aumenta. E eu fico, invariavelmente, sozinha. Este isolamento urbano ao qual recorro sempre que posso não deixa de ser inovador pois se antes me encontrava do lado dos que secretamente desejam integrar-se agora incluo-me nos que se encontram secretamente à margem.
Depois de me inverter e consumir tantas vezes para me encontrar, aqui, neste lugar, é curioso constatar que mesmo não sendo a pessoa que me acostumei a ser não me acostumo a ser com os outros e parece já não haver lugar para mim, aqui.
Existe entre mim e o mundo um fosso intransponível. Impenetrável. Tão fundo......
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Inconsciente tecno tribal
E é o avô que já não tira fotografias
e és tu que te transformas-te numa telenovela ambulante
e eu que nuca comprei a maria
e é lembrar-me de me esquecer de ti.
o rolo ainda está por revelar.
e és tu que te transformas-te numa telenovela ambulante
e eu que nuca comprei a maria
e é lembrar-me de me esquecer de ti.
o rolo ainda está por revelar.
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